O Antagonista



[O Antagonista]


Enquanto isso, os dilemas internos de Thomas F causavam-no uma divisão entre o que ele era em questão de ter se tornado uma peça no tabuleiro de xadrez.

Por trás do codinome e da postura calculista, Thomas F. tornou-se, atormentado por dilemas que o perseguem desde sua entrada no mundo da espionagem. Ele vive em constante conflito entre o dever e a consciência, entre a necessidade de sobreviver e o desejo de redenção.


Embora, treinado para ser leal à agência, aprendeu, à custa de perdas dolorosas, que a lealdade pode ser uma armadilha. Ele se pergunta se vale a pena confiar em uma organização que sacrifica seus próprios agentes em nome de objetivos obscuros. Cada missão é um teste: até onde ele está disposto a ir para proteger seus próprios interesses sem trair aqueles que ainda considera aliados?


Ao assumir múltiplos codinomes e apagar seus rastros, Thomas perdeu parte de si mesmo. Ele se questiona quem realmente é, além das máscaras que veste para enganar inimigos e colegas. O medo de ser descoberto é constante, mas o medo de esquecer quem era antes de tudo é ainda maior.

A morte de colegas, decisões que resultaram em sacrifícios e traições, tudo pesa sobre Thomas. Ele carrega a culpa por ações que, embora justificadas pela lógica da sobrevivência, deixaram marcas profundas. À noite, quando o silêncio é absoluto, ele revisita cada escolha, imaginando se poderia ter feito diferente.




__Original__

O Antagonista



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